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Posts Tagged ‘Eleições’

Eleições ao Senado Americano

Segue as posições atuais na corrida ao Senado Americano.

Se as eleições fossem hoje:

Vitória Republicana com perda de cadeira Democrata (7)

Nevada, Colorado, Arkansas, Pennsylvania, Indiana, Delaware, North Dakota

Vitória Republicana mantendo a cadeira (6)

Florida, Kentucky, Lousiana, Missouri, Ohio, Iowa

Vitória Democrata com perda de cadeira Republicana (0)

Nenhuma

Vitória Democrata mantendo a cadeira (5)

California, Illinois, Maryland, Oregon, Connecticut

Indeciso (há tanto candidatos republicanos quanto democratas vencedores nas pesquisas, isto é, não há uma clara superioridade de algum partido)

Winsconsin (cadeira Democrata), Washington (cadeira Democrata), New Hampshire (cadeira Republicana)

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Dilma, FHC, Lula e as comparações

fevereiro 10, 2010 10 comentários

Se há algo que me deixa mais entediado é falar sobre política nacional. Começa pelo fato de não me sentir representado politicamente por nenhuma agremiação existente hoje. Vida de um liberal no Brasil não é fácil.

Sou da opinião que há pouquíssima diferença entre o PSDB e o PT. Uns representam a esquerda da FIESP (para os que acham isso absurdo basta saber que o Paulo Skaf, presidente da FIESP, irá se candidatar pelo Partido Socialista Brasileiro), e o outro a esquerda sindical.

É verdade que o PT é um partido mais ligado ao autoritarismo, com arroubos anti-liberais mais fortes que o PSDB. Isso se deve pela permanência da velharia socialista que ainda existe no Brasil. Coisa que os próprios socialistas europeus veem com muita curiosidade, tal qual um animal em extinção exposto em um zoológico.

Mas uma coisa me chama atenção: como o PSDB é ruim de política. Impressionante como os erros se acumulam no partido tucano. E o maior deles foi ter afastado FHC da política nacional caindo no discurso de “herança maldita” repetido “mil vezes até se tornar verdade” pelo PT e seus quadros. Ao fazer isso o PSDB abandonou um dos seus maiores trunfos que foi o Plano Real. O PT, malandramente, acabou por aglutinar as conquistas do referido plano como se fossem dele e não uma consequência direta da estabilização da economia proporcionada pelo plano de FCH e equipe.

É claro que o PSDB tem sua parcela de culpa. Ao demorar muito em deixar o câmbio flutuar acabou por agravar uma crise que se tornou o ponto de partida para o discurso de herança maldita repetido pelo PT “mil vezes até se tornar verdade”.

Foi por isso que recentemente a Ministra Dilma Rousseff afirmou que “se é para comparar, vamos comparar”. Só que aí faço uma pergunta: porque a comparação deve ser feita somente entre os dois governos? Aliás, seria essa uma comparação justa?

O que eu proponho é o seguinte: comparar os oito anos do governo Lula com os oito anos do governo FHC e comparar os oito anos do governo FHC com os oito anos anteriores (Sarney, Collor e até mesmo Itamar). Pode ser inflação, PIB, investimentos sociais e depois comparar os resultados. Só assim seria uma comparação justa.

Uma prévia do que poderia ser?

Pois bem, entre 1990 e 1994 a inflação média foi de 764% ao ano. Entre 1995 e 2000 foi de 8,6%. Ou seja, uma queda na inflação de quase 99% no governo FHC devido ao Plano Real, que o PT foi contra.

Acho que seria algo de bem mais interessante.

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Esse artigo foi publicado no O Globo na seção Opinião.

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Porque o PT não deve ficar com a Presidência

Artigo publicado pela Miriam Leitão, o tema já havia sido discutido no fórum liberal que participo. As conclusões são as mesmas.

Quarta-feira, Agosto 26, 2009

MÍRIAM LEITÃO

O desmonte

 O GLOBO – 26/08/09
A rebelião na Receita Federal não é um fato isolado.

A carta dos demissionários toca na ferida que será a marca da atual administração: a confusão entre o Estado e o governo. Isso nunca havia ocorrido na Receita. Nunca havia acontecido no Ipea, no BNDES, no Itamaraty. É um tempo em que há perseguição política e quebra de regras de ouro, como a de que os funcionários servem ao país, os governos passam.

Esta semana o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgou mais um dos seus “Comunicados da Presidência”, que o órgão inventou na atual gestão. O texto comete um erro crasso na opinião dos economistas José Roberto Afonso e Samuel Pessoa, que analisaram o estudo. O documento sustenta que a produtividade do setor público cresceu mais do que a do setor privado, mas compara alhos e bugalhos. É muito diferente o cálculo da produtividade do setor privado, que tem o que contabilizar como produção, e o mesmo cálculo do setor público.

Afonso e Pessoa explicam que o conceito de valor agregado usado pelas Contas Nacionais do IBGE, seguindo padrões internacionais, estabelece que a produção no setor público é calculada pelo aumento dos salários e das despesas. A metodologia não permite a comparação com o setor privado. E dão um exemplo: se uma empresa contrata empregados e os deixa em casa dormindo, perde produtividade; se o setor público fizer isso, a produtividade não cai. O estudo da presidência do Ipea tem conclusões esquisitas como a de que a produtividade de Roraima, por exemplo, aumentou 136%; a de São Paulo, 0,7%; e a do Espírito Santo caiu 7,4%. Os estados que fizeram choque de eficiência e gestão não tiveram ganhos de produtividade.

Ou até perderam.

O estudo feito de encomenda para justificar o crescimento dos gastos de pessoal e de custeio, e para sustentar o discurso estatista é um exemplo, mais um, do que foi feito no Ipea.

No começo, uma caça às bruxas, depois um concurso público viciado e dirigido, e por fim, o uso da marca Ipea para apresentar estudos de critérios técnicos duvidosos e endereço certo.

Porque a Marina Silva é uma piada?

Quem é Marina Silva? Provavelmente poucas pessoas conhecem a ex-ministra. Ela possuía 30 anos de militância no PT. Isso já é um mau sinal. Quer dizer que vem desde o PT que queria parar de pagar ao FMI, o PT que foi contra a Responsabilidade Fiscal, que foi contra o Plano Real.

Notabilizou-se por uma atuação energética (ó crueldade) no Ministério do Meio Ambiente. E….? Que mais? O que conhecemos de resto da Marina Silva. Nada. Usar argumentos como “combativa”, “mulher”, “negra”, só demonstra para mim que ela não passa de uma piada.

O problema real é que para ser presidente do país precisa-se de muito pouco. Currículos são inventados da noite para o dia, mitos são criados.  Tal qual o mito de capacidade administrativa de dona Mentira Roussef.

Na verdade não me espanto com o fato da Marina Silva ser candidata. Até porque é um direito dela. Espanta-me o fato de estarem elevando essa candidatura a uma importância que não possui.  Como se ela fosse o Al Gore brasileiro. A diferença é que Al Gore é bem mais esperto que ela.

Marina Silva: uma piada de mau gosto

agosto 20, 2009 1 comentário

Só podem estar de brincadeira. Levar a sério a candidatura da Marina Silva para presidente só pode ser piada. Apesar de que no Brasil várias dessas piadas encontram eco em todos os lugares.

Engraçado é que petistas só falam sobre a atuação do PV, de sua aliança com o PSDB e o DEM. Acho que o Brasil não produz óleo de peroba suficiente para passar na cara dessas pessoas. Só o Mercadante acabaria com o estoque de um ano inteiro.

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