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O Conselho de Segurança e os Caças

setembro 24, 2009 2 comentários

Ontem ficou bem claro porque a pressa para indicar o Rafale como vencedor do FX. De maneira enfática o Presidente francês Nicolai Sarkosy endossou a entrada do Brasil como membro permanente do Conselho de Segurança da ONU. Essa é uma das utopias de Lula desde o início de seu mandato. Para o presidente que nunca saiu do palanque, o Conselho de Segurança da ONU é uma espécie de Xangri-lá moderno. Algo que colocaria o país como um player internacional. A verdade é que o CS é apenas um clubinho que não manda em nada. Isso porque cada um dos membros têm seu próprio interesse e como o veto de apenas um é suficiente para barrar qualquer decisão, daquela cartola não sai coelho nenhum.

As tentativas de Lula de colocar o Brasil no CS da ONU estão saindo cada vez mais caras ao país. É um tal de perdoar dívidas (como se ele fosse o dono do país, perdoa dívidas, dinheiro esse que deveria estar sendo pago e indo para o Tesouro Nacional. Será que não necessita autorização do Congresso para tal?), classificar a China como “Economia de Mercado”, ficar ao lado de todo ditador do planeta e etc.

O caso FX é mais um que entra para essa conta. Não que o Rafale seja um caça ruim, que não tenha suas vantagens, mas a forma atabalhoada, precipitada e porca que o assunto foi conduzido e o discurso de Sarkozy são provas de que o governo mais uma vez utilizou o dinheiro dos brasileiros para bancar seus sonhos mais pitorescos. Quem perde somos todos nós que pagamos a conta. E ela está ficando cada vez mais cara.

Taí o que vocês queriam…

setembro 11, 2009 Deixe um comentário

O “liberal” francês Nicolas Sarkosy declarou que estuda a adoção de um “imposto verde” sobre as emissões de carbono. Estava demorando a acontecer. A sanha arrecadadora do Estado desde cedo vislumbrou na falácia do aquecimento global causada por carbono uma das melhores chances de aumentar a tunga nos bolsos dos contribuintes. O narigudinho francês quer roubar mais de 4 bilhões de euros dos franceses… E ainda dizem que ele é liberal.

 

Mesmo sem prova científica, as emissões de carbono foram eleitas as grandes vilões da humanidade nesse início de milênio. A ONU é a maior propagadora dessa falácia sem nenhum embasamento científico. Por anos os que ousaram a discordar da opinião de alguns foram taxados de, no mínimo, céticos, passando por acusações de tipo “estão na folha de pagamento das petroleiras”.

 

Aos poucos, vários cientistas começaram a se levantar e demonstrar as mentiras contadas por alguns espertalhões que ganham muito dinheiro à custa de uma falsa verdade científica. Ao ponto que nem mesmo os cientistas do IPCC da ONU poderem mais esconder a verdade. Em recente reunião em Genebra alguns cientistas já afirmam que os “prognósticos para mudanças climáticas em curto espaço de tempo não são tão confiáveis quanto já se pensaram antes”.

 

Isso está acontecendo, pois desde 2001, anos antes da propaganda travestida de documentário feito por Al Gore, a temperatura média mundial já estava em queda, mesmo com uma crescente quantidade de carbono na atmosfera, o que joga por terra toda a teoria sobre o carbono ser o principal responsável pelo aquecimento global.

 

A coisa está tão ruim para os alarmistas que até a situação no Ártico, principal alvo dos aproveitadores, já está desmentindo esse pessoal. Mojib Latif, um cientista alemão da Universidade de Kiel afirmou que a “oscilação do Atlântico Norte (NAO) é provavelmente responsável por grande parte do aquecimento global visto nas últimas três décadas”.

 

Alguns também afirmaram que a dramática perda de gelo no Ártico nos últimos anos é uma conseqüência natural e não oriunda do aquecimento global.

 

Isso tudo já é um avanço. Principalmente em relação a cientistas que são especialistas em modelos de previsão e não em climatologistas.  Falta agora os meios jornalísticos terem coragem para divulgar isso. E os contribuintes se negaram a pagar impostos baseados em mentiras e truques propagandísticos.

O véu da discórdia

Em recente discurso no parlamento francês, o presidente daquele país Nicolas Sarkosy, ídolo da direita européia, fez duros ataques à utilização da burca, véu que cobre o corpo das mulheres islâmicas. Sarkosy qualificou o traje como “símbolo da subserviência”. A França caminha a passos largos para proibir a burca em seu território. Já é proibida sua utilização em escolas desde 2004.
O que eu acho disso? Sinceramente esse não é um assunto para que o governo tenha que legislar. Não é função dele dizer como as pessoas devem se vestir. Independente das opções religiosas que Sarkosy tenha ou de sua opinião sobre o que a burca representa ou não.

Muito diferente de uma burca? Acho que não.Burca

Em um dos carnavais cariocas uma conhecida atriz (sic) usou um colar com o nome de seu marido. Uma coleira, digamos assim. E se ela quisesse tornar o adereço permanente? Seria razão para o governo legislar a respeito?

Podemos até concordar com Sarkosy sobre a utilização da burca, mas ao proibir o governo torna-se tão totalitário quanto às pessoas que diz combater. Até porque freiras utilizam  semelhante e eu nunca vi ninguém dizendo que iria proibir os hábitos das freiras. Ou alguém acha aqui na religião católica as iniciadas são tratadas de maneira igual aos homens?

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